quinta-feira, 14 de maio de 2009

Ódio se torna viral em sites de redes sociais

Qua, 13 Mai - 13h35

Por Claudia Parsons

NOVA YORK (Reuters) - Militantes e grupos de promoção do ódio cada vez mais usam sites de redes sociais como o Facebook, MySpace e YouTube na função de ferramentas de propaganda para recrutar novos membros, de acordo com um relatório do Simon Wiesenthal Center.

O relatório divulgado nesta quarta-feira notou um aumento de 25 por cento no ano passado no número de grupos "problemáticos" nas redes sociais da Web.

O estudo se baseia em "mais de 10 mil sites, grupos de redes sociais, portais, blogs, salas de chat, vídeos e jogos na Internet que promovem a violência racial, o antissemitismo, a homofobia, a música de ódio e o terrorismo".

"Cada aspecto da Internet está sendo usado por extremistas de todos os matizes para reaproveitar velhos ódios, vilipendiar o 'Inimigo', arrecadar fundos e, desde o 11 de setembro, recrutar e treinar terroristas para a Jihad", afirmou o Simon Wiesenthal Center em comunicado.

O grupo judaico de defesa dos direitos humanos que porta o nome de um renomado perseguidor de nazistas vem monitorando a Internet em busca de extremistas há uma década, e afirma que a ascensão de sites de redes sociais como o Facebook acelerou a difusão de opiniões racistas e fanáticas nos últimos anos.

A organização afirma que dirigentes do Facebook se reuniram com seus especialistas e prometeram remover da rede os sites que violem os termos de uso da organização, mas que "com mais de 200 milhões de usuários, os fanáticos online conseguem escapar mais rápido do que os esforços para removê-los são realizados", diz o documento.

O grupo apontou para o fato de que o Facebook recentemente removeu diversos sites que negam o Holocausto e divulgou um comunicado no qual esta aponta que sua rede também é amplamente utilizada para promover causas positivas.

"Nos casos em que conteúdo que promove o ódio é exibido no site, o Facebook o remove e bloqueia as contas responsáveis", afirma o comunicado da empresa.

Grupos extremistas também estão estabelecendo sites próprios de redes sociais, segundo o relatório, apontando para o exemplo do "New Saxon", descrito como "um site de redes sociais para pessoas de ascendência europeia", produzido por um grupo neonazista dos Estados Unidos chamado National Socialist Movement.

Outros grupos criaram jogos online como o "Special Operation 85 - Hostage Rescue", desenvolvido por uma organização iraniana, no qual o jogador precisa localizar cientistas nucleares tomados como reféns por norte-americanos no Iraque e detidos em uma prisão de Israel.

Os grupos mais visados na Internet, segundo o relatório, incluem judeus, católicos, muçulmanos, hindus, gays, mulheres e imigrantes.

Fonte: TERRA

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Novidade em Holografia

Desenvolvido por Ivan Tihienko o projeto que funciona através de holografia e que pretende substituir PDA´s e celulares ainda é um conceito, porém muito promissor, a tecnologia de luz que interage com humanos.
Dê uma olhadinha no video, será que você vai querer um brinquedinho desse também??!!


Web 2.0, the machine is US

Assisti este vídeo durante as aulas da disciplina Cibercultura e Comunicação em rede, ministrada por Sergio Amadeu. Confesso que os detalhes da montagem do vídeo me deixaram confusa, com tanta informação.

Intitulado WEB 2.0- somos a máquina, ele traz cobinações e recombinações da interatividade por meio da rede mundial de computadores. Quem curte tecnologia e quer conhecer um pouquinho mais das inúmeras possibilidades que a rede nos proporciona, assista o vídeo e delicie-se!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Cibercultura e Ciberespaço

Já faz tempo que a Internet vem inspirando os artistas do mundo inteiro e não só para fazer a arte em si, mas para espalhar a arte, do modo mais compartilhado possível....


PELA INTERNET...

Criar meu web site


Fazer minha home-page

Com quantos gigabytes

Se faz uma jangada

Um barco que veleje ...

Que veleje nesse infomar

Que aproveite a vazante

Da infomaré

Que leve um oriki

Do meu velho orixá

Ao pôrto de um disquete

De um micro em Taipé...

Um barco que veleje

Nesse infomar

Que aproveite a vazante

Da infomaré

Que leve meu e-mail lá

Até Calcutá

Depois de um hot-link

Num site de Helsinque

Para abastecerAihê! Aihê! Aihê!...

Eu quero entrar na rêde

Promover um debate

Juntar via Internet

Um grupo de tiétes

De Connecticut

Eu quero tá na rêde

Promover um debate

Juntar via Internet

Um grupo de tiétes

De Connecticut...De Connecticut de acessar

O chefe da MacMilícia de Milão

Um hacker mafioso

Acaba de soltar

Um vírus prá atacar

Programas no Japão...Eu quero entrar na rêde prá contactar

Os lares do Nepal

Os bares do Gabão...

Que o chefe da polícia

Carioca, avisaPelo celular

Que lá na praça

OnzeTem um videopôquer para se jogar...Jogar

Eu quero entrar na rede

Promover um debate

Juntar via Internet

Um grupo de tiétes

De Connecticut

Eu quero tá na rêde

Promover um debate

Juntar via Internet

Um grupo de tiétes

De Connecticut...De Connecticut de acessar

O chefe da MacMilícia de Milão

Um hacker mafioso

Acaba de soltar

Um vírus prá atacar

Programas no Japão...

Eu quero entrar na rede prá contactar

Os lares do Nepal

Os bares do Gabão...Que o chefe da políciaCarioca, avisaPelo celular

Que lá na praça Onze

Tem um video-pôquer para se jogar...

Connect show! Connect show!Connect show! Connect show!Connecticut, ConnecticutConnecticut...



Gilberto Gil

domingo, 10 de maio de 2009

JORNAIS FALINDO

Foi divulgada na FolhaOnline a notícia com os índices de circulação dos jornais de Londres no mês de abril. Os dados são preocupantes, como o que já vem acontecendo nos Estados Unidos, na Inglaterra o índice de leitores vem caindo a cada mês.
A vítima da vez é o jornal "Evening Standard" que viu seus índices caírem 6,4% em um ano. Hoje o jornal tem uma circulação de 263 mil exemplares por dia. O diário foi comprado há dois meses pelo magnata das privatizações russas Alexander Lebedev.
Em uma tentativa desesperada de fazer suas vendas crescerem e afastar o fantásma da falência, o jornal lançou nesta semana uma campanha publicitária nos ônibus e metrô londrinos para reconquistar seus leitores. Segundo uma pesquisa encomendada pelo jornal, os leitores consideram o Evening Standard "muito negativo".
A campanha publicitária diz o seguinte: "Sorry" por perder contato, ser complacente, não levar o leitor em consideração.


quarta-feira, 6 de maio de 2009

Por tras dos gigantes da internet...

terça-feira, 5 de maio de 2009

Ilusões da opinião pública

A respeito da discussão em torno do jornalismo construir e reconstruir a cada dia a opinião pública, acredito que devamos considerar dois pontos importantes:
Primeiramente, sabemos que a opinião pública, nos moldes como se dá hoje, depende dos meios de comunicação para se legitimar.
O segundo ponto é que como empresas privadas que são, os veículos de comunicação se “vendem” como formadores de opinião e emitem opiniões privadas que são legitimadas e divulgadas como públicas.
Se a imprensa, portanto, interpreta a realidade dos fatos e acontecimentos colocados à sua frente, e para isso se utiliza de recortes dessa realidade – e ainda de diferentes pontos de vistas possíveis – ela pode muito bem desconstruir contextos originais para então construir outros novos.
Como então garantir que o jornalismo, exercido no âmbito de uma empresa privada que visa ao lucro e que está sob relações de poder e hierarquia, não seja um alimentador de ilusões criadas para legitimar e fortalecer a opinião do público e não a opinião pública de fato?
Trata-se de um antigo problema ético, mas que é presente e visível cotidianamente. Quem de fato no Brasil estava se sentindo ameaçado pelo vírus da gripe suína antes do bombardeio de especulações feito na última semana? Jornais diziam que a população estava preocupada, que o Brasil está assustado com a possibilidade do vírus chegar ao país. Basta se ater ao tom aplicado pelo Jornal Nacional do dia 27/04 ao tratar do assunto: “Especialista tira dúvidas sobre a gripe suína”.
De fato se fazia importante os esclarecimentos sobre a possível pandemia da gripe, mas totalmente desnecessário e prejudicial o tom alarmante dos noticiários.
É importante para a imprensa garantir o papel de formadora de opinião pública, e como mediadora da sociedade ela assume assim um enorme poder, tanto em relação à política quanto em relação à sociedade.
Bastou a denúncia dos jornais de que passageiros de vôos vindos do México e dos EUA não estavam recebendo orientação adequada ao desembarcar no Brasil, para que no dia seguinte, técnicos da Anvisa fossem colocados de plantão nos aeroportos do país.
Mais uma vez podemos aqui questionar como as leis de mercado ditam as formas de mediação social, as relações entre público e privado, as formas de veiculação ou não de uma informação, enfim, até que ponto a mídia funciona como órgão regulador da sociedade.